Vivemos em uma era de excesso — de informações, estímulos e escolhas — que, embora traga facilidades, também impacta diretamente nossa saúde mental e emocional. Neste texto, você vai entender como a vida moderna, marcada pelo imediatismo e pela sobrecarga de estímulos, pode contribuir para o aumento do estresse e da ansiedade, além de influenciar nossas decisões e comportamentos. Ao integrar conceitos da ciência moderna com abordagens da medicina tradicional chinesa, o conteúdo mostra caminhos possíveis para restaurar o equilíbrio do corpo e da mente de forma mais natural e consciente, convidando você a refletir sobre seus hábitos e encontrar estratégias mais alinhadas ao seu bem-estar.
Leia a íntegra abaixo
Às vezes, os momentos mais simples contêm a sabedoria mais profunda. Deixe seus pensamentos se acalmarem, e a clareza virá até você. Use este espaço de citação para compartilhar algo inspirador ou reflexivo, perfeitamente alinhado com o tema do seu artigo.
A vida na sociedade moderna é muito diferente da vida de tempos atrás. Um mundo sem telas, sem TV, sem internet, celulares ou computadores, um mundo com maior interação pessoal, menos informações por minuto e, portanto, menor exposição ao ambiente.
Pode-se dizer que era um mundo com menos imediatismo e menos interferências.
A vida moderna nos proporciona maravilhas mas também cobra seu preço.
Sempre fomos seres susceptíveis aos estímulos externos, não é à toa que apenas cerca de 5% da nossa genética determina o que somos demais 95% de nossa constituição são moldados por nossa exposição ambiental, a famosa epigenética.
Em termos gerais isso significa que predisposição (genética) não significa predestinação!
Contudo o excesso de estímulos externos expõe nossa fragilidade no interessante paradoxo da oferta, ou seja, quanto mais estímulos temos mais inertes ou paralisados podemos ficar, e isso aumenta ainda mais sintomas e de estresse e ansiedade.
O mais interessante seria imaginar que num mundo com tantas opções disponíveis ficássemos tranquilos com as escolhas que fazemos, afinal, com tanta oferta não teria porque se preocupar muito, sempre teremos a abundância e não uma falta de escolha.
Todavia não é assim que processamos as informações. Com o excesso de estímulos (alta oferta) o corpo se perde em meio à tanta informação e para, fica parado (sem tomar a decisão) ou mesmo paralisa, fica bloqueado alimentando uma certa insegurança pela indecisão.
Na realidade, o corpo se perde e não sabe o que fazer para processar tanta informação, ou seja, ficamos insensíveis aos estímulos e aí…o estresse e ansiedade dão as caras, pois ao se perder, ficar sem saber o que escolher ou o que fazer nos traz a angústia, medo, indecisão, incertezas…
O estresse em si, pode ser bom ou ruim, depende do referencial de comparação ou ponto de vista. Ele é um mecanismo fisiológico natural e antes de tudo, um aviso do corpo para agirmos.
Porém, quando aparece em excesso, consome nossa energia, desgasta o corpo, nos envelhece, gera sintomas no corpo como aumento da pressão sanguínea, enfraquecimento do sistema imunológico, problemas respiratórios e lesões como as úlceras.
Mudanças nos hábitos de rotina que controlem o estresse são muito importantes e ir além do convencional é fundamental para balanceamento das energias. Neste cenário estamos falando da medicina oriental que entra, tanto em sua vertente acupuntura que ajudará na circulação e dissipação da energia, quanto a dietoterapia que influenciará em mais da metade da constituição e formação desta energia de vida.
A alimentação de modo ocidentalizado preparado por um nutricionista, ou seja, com o detalhamento de nutrientes para garantir a boa produção hormonal e de neurotransmissores e o uso de suplementos nutricionais é uma etapa importante, porém nem sempre precisa ser a primeira ou única estratégia.
A medicina oriental (conhecida como medicina tradicional chinesa) tem sua própria explicação para os desequilíbrios e tratamentos da ansiedade e estresse e todos estão baseados no equilíbrios dos elementos naturais que nos regem enquanto natureza humana – pessoas completas (personalidade, comportamento, atitudes, sentimentos, hábitos, rotina, sinais e sintomas), integrados à natureza ao nosso redor (ambiente em que vivemos).
Sim, acredite, conseguimos muitos resultados sem uso de dietas rígidas, estruturadas e suplementos, o ajuste energético dos elementos deve ser feito com base na dieto chinesa e, pode ou não, ser complementado pelo uso de nutrientes específicos na primeira fase. Isso quer dizer que talvez organizando o ciclo energético talvez a pessoa relaxe e se acalme, não precisando de intervenções mais alopatizadas de nutrientes. Fale com sua nutri especialista em dieto chinesa
Ainda complementando podemos lançar mão do uso da fito e aromaterapia e ainda da homeopatia podem ser excelentes medidas para aqueles que querem potencializar o papel dos alimentos sempre de forma natural, só que aqui vale uma recomendação importante, só pratique estas modalidades com a sua nutri homeopata especializada em fito e aromaterapia.
Lembre que o tratamento da ansiedade é complexo e a psicoterapia também é essencial. Falar sobre sentimentos reduz a ansiedade, controla o estresse e ajuda no gerenciamento do sinais e sintomas em desequilíbrio bem como com a medicação. E tudo isso pode ser feito com sua profissional psicanalista de confiança, integrado à toda conduta dietoterápica e suplementar e, este é o melhor dos mundos
ADMINISTRANDO A ANSIEDADE E COMPULSÃO ALIMENTAR
Dra. Andrea Alterio é nutricionista – psicanalista e homeopata, especialista em nutrição clínica – funcional (e mais 7 especializações), com mestrado em nutrição humana e comportamental, psicanálise clínica e homeopata. Possui formações no Brasil e Itália em práticas integrativas em saúde.
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Neste parágrafo de conclusão, resuma os pontos principais do seu artigo, reforçando as ideias mais importantes discutidas. Incentive os leitores a refletir sobre os conhecimentos compartilhados ou ofereça conselhos práticos que eles possam aplicar em suas próprias vidas. Esta é a sua chance de deixar uma impressão duradoura, então certifique-se de que seus pensamentos finais sejam impactantes e memoráveis. Uma conclusão sólida não apenas une o artigo, mas também inspira os leitores a se envolverem ainda mais.


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